Logo depois de terminar A Seleção, fiquei bem curiosa para ler a sequência da série. A Elite nos leva de volta ao palácio onde America e outras cinco garotas competem para ver quem irá se casar com o príncipe Maxon.

Eu vinha pedindo muito tempo ultimamente. Tinha a esperança de que , se tivesse tempo suficiente, tudo iria se resolver.

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Segundos livros de trilogia tendem a ser ou muito bons, ou muito chatos, já que normalmente eles enrolam um pouco a trama para que tudo se resolva no livro final. Com A Elite não foi diferente, apesar de ter lido o livro em um dia (a leitura é simples e prende o leitor) algumas partes foram bem irritantes.

America está dividida entre Aspen, seu antigo namorado que agora é guarda no palácio, e Maxon a única razão para ela estar naquele lugar para começo de conversa. Me irritei muito com a indecisão de America, não foi um romance tão bem desenvolvido assim, e já de cara não gostei de Aspen, mas tão pouco sou muito fã de Maxon (que ela fique sozinha então! haha). Outra coisa que me incomodou foi que, sempre que alguém perguntava algo muito sério ou importante, geralmente alguma coisa para qual a resposta de America iria determinar muitas coisas, algo sempre interrompia o momento da resposta, isso foi muito frustrante e só delongou o desfecho da história.

Era como se ele tivesse pegado um pedaço de algo que eu imaginava que estava perdido para sempre e simplesmente posto em minhas mãos.

Gostei do foco do livro ter um pouco mais sobre os rebeldes que vivem invadindo, neste volume descobrimos muito mais sobre o passado deste país tão estranho e o que o levou a ter esse sistema. Espero que tenha muito mais disso no próximo livro. America mostrou-se uma personagem um pouco mais forte do que eu esperava, seu desenvolvimento psicológico não é tanto como algumas outras personagens que já li, mas no meio em que ela se encontra e inegável dizer que ela se destaca por seu inconformismo com a situação de seu mundo e por sua vontade de mudar as coisas.

E lá estava ela, apesar de todas as preocupações: a esperança. Ela ergueu as partes pesadas do meu coração e me fez sentir falta dele.

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Apesar dos pontos que não gostei muito o livro fluiu com uma rapidez impressionante, é uma leitura leve,  mas que entretém muito bem. Ao término do livro fiquei muito mais curiosa para saber o desfecho, mas mantenho a minha opinião de que a America poderia terminar sozinha, sei que obviamente ela irá escolher um dos dois, mas pela primeira vez em muitas sagas, não me interessei genuinamente por nenhum dos pretendentes descritos, mas vamos ver o que o futuro reserva para eles.

Não era como se a minha presença fizesse o mundo dele mais feliz. A sensação que eu tinha era de ser o mundo dele. Não havia explosões. Não havia fogos de artifício. Era uma chama lenta,  queimando de dentro para fora.

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