É uma coisa louca. Engraçada. Confusa e imprevisível.

Quando você quer que as pessoas estejam lá, que mandem uma mensagem, que deem um sinal de que se importam, parece que o mundo é feito de aço e que as pessoas não se dão ao trabalho de mostrar uma pequena humanidade.

E que depois de toda a loucura, de toda a tempestade, de todas as escolhas erradas, de todos os momentos que passaram, tudo tem uma paz. E ai você volta.

Estou sorrindo, estou respondendo e imaginando o porquê disso tudo. O porque de as pessoas irem embora para depois voltarem.

E assim as minhas palavras sobre isso vão preenchendo milhares de folhas.

É uma coisa engraçada, irônica até, a forma como as pessoas às vezes querem voltar a fazer parte da sua vida. Outras por sua vez decidem abrir mão disso, fingir que nunca realmente se importaram e quiseram fazer parte, da forma mais simples, mas esses são os que sempre saem perdendo. Ou talvez eu que saia ganhando.

É quase como abrir uma porta, você espera que do outro lado esteja aquela pessoa que você conheceu, as vezes você se surpreende ao encontrar monstros, em lugares onde menos esperava; ou pode até ser apunhalá-do pelas costas por aquele em quem confiava. Mas é sua escolha também, abrir ou fechar essa porta. Você não precisa deixar os monstros entrarem. Mas também não precisa ter medo.

red door

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