A Seleção – Kiera Cass

Num futuro distópico a sociedade é dividida em castas. América é uma Cinco e diferente de sua mãe, não sonha em ascensão social. Ela parece ser a única já que praticamente todas as garotas do país chamado Illéa tem um objetivo em comum, participar da Seleção e ter a chance de casar com o príncipe.

Não queria ser da realeza. Nem queria ser Um. Não queria nem tentar.

América não sonha com nada disso, afinal seu coração já foi dado a outro. Ela se apaixonou por seu vizinho, Aspen,um Quatro na sociedade, e mais do que tudo no mundo ela deseja ficar junto dele. Porém, numa tentativa de agradar sua mãe ela se inscreve na Seleção, certa de que não será escolhida, mas ela estava errada.

Agora ela precisa se mudar para o palácio e enfrentar as ‘consequências’ de sua escolha. A vida é muito diferente no palácio, um mundo com camas macias, criadas e o mais importante: comida, muita comida. Além de tudo isso a família de América passa a receber uma quantia em dinheiro por sua participação na competição, e saber que apesar de estar fazendo algo contra sua vontade ela também está ajudando sua família é mais do que suficiente para fazê-la ficar.

Voltei os olhos para a TV, no susto. Lá estava minha foto, tirada logo depois de ter descoberto que Aspen estava juntando dinheiro para se casar comigo. Eu parecia radiante, esperançosa, linda. Dava para notar que eu estava apaixonada. E algum imbecil achou que era pelo príncipe Maxon.

Além disso uma amizade improvável com o príncipe Maxon acaba surgindo despertando a inveja de suas concorrentes, mas também despertando sentimentos novos em América, estes que ela só possuía por uma pessoa até então.

Sabia que não me apaixonaria por Maxon da noite para o dia. Meu coração não ia deixar. Mas de repente me vi em uma situação que talvez eu quisesse me apaixonar por ele.

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Estava acostumada a ler livros de distopia que sempre envolviam revoltas e governos autoritários e protagonistas com personalidades distintas e me surpreendi com A Seleção.  América é uma personagem muito chata às vezes, mas em certos momentos ela mostrou que pode ser uma personagem forte, especialmente em um mundo fútil como o que ela vive. O foco do livro é basicamente o que promete, vida de princesa, coisas de princesa, e sonhos de se tornar uma princesa (exceto para América) e com algumas exceções a esses temas (espero que a autora aprofunde essas exceções) o livro fica bom por isso, o que não é necessariamente uma coisa ruim, é uma leitura leve e menos pesada, bem agradável para passar o tempo.

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Durante a trama o triângulo amoroso entre América, Aspen e Maxon vai crescendo cada vez mais, até chegar em um ponto que o livro simplesmente acabada, deixando muita curiosidade e expectativa para o próximo livro. Estou bem curiosa para ler A Elite e ver como irá se desenrolar essa trama distópica tão diferente.

 

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